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Alguns questionamentos, via requerimento, foram aprovados durante sessão ordinária, na Câmara de Vereadores de Chapecó. O documento de autoria da vereadora Sueli Suttili (PSD), solicita esclarecimentos em relação aos atendimentos prestados para as mulheres vítimas de violência.

O requerimento direcionado ao Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial de Santa Catarina, considera que os casos de agressões e outros crimes contra a mulher não chegam às autoridades competentes por falta de orientação e insegurança da vítima. “Um dos nossos questionamentos é sobre a eficiência dos canais de comunicação entre os órgãos competentes e a população”, destaca a vereadora.

Sueli Suttili explica que algumas reclamações foram feitas em seu gabinete sobre os atendimentos dos órgãos ligados à Secretaria de Segurança Pública. “Mulheres chegam para fazer um boletim de ocorrência e não são ouvidas porque não possuem provas suficientes para o ato a ser investigado. Queremos saber quais documentos ou provas que são necessários para fazer uma denúncia ou registrar um boletim de ocorrência”, pergunta a vereadora.

No requerimento, as indagações também são em relação a quantidade de profissionais que atuam no IGP; se os responsáveis que trabalham em exames clínicos ginecológicos são homens ou mulheres; em caso de suspeita por agressão, assédio físico ou moral que vizinhos e/ou conhecidos deduzem ter acontecido, qual é o procedimento a ser tomado.

O documento deve ser respondido num prazo de 30 dias, pelo presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial de Santa Catarina, Charles Alexandre Vieira.